sábado, 18 de julho de 2009

O fantástico mundo de Kylze

Amigos, após tempos monopolizando as postagens, decidi mudar os ares dos escritos. Andei remexendo (eu me remexo muito, eu me remexo muito! Muito! Rá!) os arquivos aqui e encontrei uma produção da irmã menor.

E depois de semanas em puro silêncio, a Fênix com espinhas e autora da postagem com o maior número de acessos deste blog, a caçula de dona Sônia, ataca (ou se defende) novamente. Furtei o texto que se segue de um diário de leitura das aulas de Português da escritora. Poucas palavras, porém não menos interessantes.

Lucena Filho

Natal, 06 de janeiro de 2009.

Nos últimos comentários, nos faltam textos. Textos que rendam comentários, é claro! Não suporto mais falar de revistas, de textos meramente informativos e ficar analisando por todos os ângulos para encontrar um detalhe que gere polêmica.

Procurei em milhões de blogs, google e tudo que tinha direito algo que fosse chamativo. Pedi a amigos... Precisava terminar os textos. Mas, como depois da tempestade vem a bonança, decidi relaxar e caí no capítulo 18 d’A Cabana – o livro que terminara há uns 3 dias.

Antes de começar os capítulos desse livro, William P. Young fez questão de colocar umas frases que tentavam resumir a essência do posteriormente impresso. Com esforço, tentei escolher a melhor delas, a mais tocante... Mas, quando percebi que tudo me interessava, desisti e decidi abrir o livro aleatoriamente. PLIM! Página 223, capítulo 18.

“A fé nunca sabe aonde está sendo levada, mas conhece e ama Aquele que a está levando.” Oswald Chambers.

Não sei, exatamente, o porquê de o livro ter-se aberto nessa página. Prefiro não acreditar que foi destino. Talvez precisava fortalecer minha fé. Ou precisava refletir sobre quem estava levando a minha fé. Em quem eu creio? Será que realmente amo e conheço o ser que conduz a minha fé? Ou será que sou uma mera seguidora de uma tradição familiar?

É demasiadamente complicado definir o que conduz a sua fé. Principalmente, porque se trata de coisas que não se vêem. É bem fácil dizer que acreditamos em vacas, ratos, cadeiras e imagens de escultura porque o nosso Complexo de Nicodemos nos permite apalpá-los. Mas, quando se trata de Deus, é mais fácil escolher a opção “ateu”. No entanto, acreditar em coisas não engloba fé. E é aí que entra o agravante.

Envolver fé com um lado totalmente espiritual talvez seja idiotice. O agravante está quando não percebemos que todo um futuro (material mesmo) é baseado na fé, justamente por se tratar de algo que não se pode ver. Quando não temos fé, estamos comprometendo um futuro. Já pensou na diferença que duas letrinhas e um acento podem fazer na vida?

Agora, imagine uma adolescente, mergulhada numa crise, sem saber o que fazer da vida: medicina, direito, psicologia, jornalismo... E como se não bastasse, surgiram mais alguns cursos para escolher. Dá pra calcular a quantidade de fé (em mols) necessária para resolver um futuro desses?

Kylze

sábado, 11 de julho de 2009

...

Sábado! Que bênção!!! Nunca torci tanto pela chegada de um fim de semana (exceto no resultado do vestibular, creio). Essa semana foi punk, raros. Estive ocupado todos os dias por mais de doze horas consecutivas no trabalho, porém, sobrevivi. Está explicada minha ausência por aqui, então.

Ando sem muitas reflexões ultimamente: um pensamento aqui, outro acolá, uma espécie de lampejo intelectual. Mas um grande habitante do cérebro deste que vos fala é o tema casualidade. Não tenho uma opinião bem nítida sobre o tema, mas se há uma conclusão certa à respeito da vida é que ela não obedece nenhum princípio lógico. Inexiste razão seqüencial nos fatos e comportamentos ao nosso redor.

Essa aleatoriedade justifica-se quando você, por acaso, encontra uma colega de sala da quarta série num supermercado, retoma a amizade e acaba casando com a criatura; quando se sai de casa cinco minutos atrasado e é poupado de um acidente grave na esquina; quando você encontra uma pessoa em certo dia numa comunidade do Orkut e cria uma amizade eterna e por aí vai.

Há um ditado acerca de se estar no lugar certo e na hora certa como explicação para tudo aquilo que nos sucede. Entretanto, qual a fundamento de se estar nesse lugar e a essa hora? Para racionais (como eu) é uma dúvida cruel de se conviver. Num mundo onde se busca a resposta para tudo, nós emperramos numa questão ‘simples ‘ e aí, quiçá, está o encanto de se respirar sem saber o porvir.

Graças ao incerto, desconhecido, acaso, sorte, ou a alcunha preferida, a vida vai tomando rumo (ou não, né?), até que a próxima eventualidade aparecer. Enquanto ela não vem, vamos nos encontrando, nos perdendo, expressando e sendo impressionado até... até... ah! Deixa pra lá.

Bom fim de semana

Lucena Filho

"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho." - (Mário Quintana)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Redenção e gratidão

Meus amigos,

Este espaço tem o escopo de ser plural, multifacetário e, como não poderia deixar de ser, reflete o conjunto de valores e sentimentos daquele que vos escreve. Para não perder o hábito, hoje deixo o grupo australiano Hillsong United, com a canção All I need is You, falar por mim. Uma canção para acalmar o coração. Pauta do dia: redenção (falaremos disso em breve) e gratidão. Ainda amadurecendo a idéia aqui dentro.

Bom fim de semana

Lucena Filho